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Gol recebe autorização para realizar voos com o Boeing 737-8 MAX

Aeronave da Gol com 186 assentos que realizava os voos para o Rio de Janeiro. (foto cedida pela Gol/portal Ponte Aérea)

Segundo a ANAC, a liberação da operação do Boeing 737 MAX no Brasil ocorreu após a conclusão dos trabalhos realizados pela agência no processo de validação do modelo.

As sete aeronaves modelo Boeing 737-8 MAX da Gol que estão paradas no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, estão autorizadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) a voltar a operar nas rotas nacionais s internacionais da companhia. Esse modelo de aeronave com 186 assentos da Gol está sem realizar voos regulares desde março de 2019.

Segundo a ANAC, a liberação da operação do Boeing 737 MAX no Brasil ocorreu após a conclusão dos trabalhos realizados pela agência no processo de validação das modificações do projeto. A ANAC concluiu que o projeto com as modificações propostas é seguro e atende aos requisitos exigidos pela ANAC.

A Gol reconfigurou o sistema de controle de voo desse modelo de aeronave, além de fazer a correção do roteamento do conjunto de cabos. Ainda segundo a ANAC, a companhia fez as revisões de procedimentos incorporados ao manual de voo e testes de recalibração dos sensores. Adicionalmente, também houve a revisão do programa de treinamento dos pilotos.

Com a retomada do Boeing 737 MAX, a  Gol poderá realizar voos sem escalas do Brasil para os Estados Unidos. Além ter uma autonomia maior de voo de cerca de 6.500 km, esse modelo da Boeing reduz o consumo de combustível e emissão de gases poluentes em 15%.

Veja nota da Boeing sobre a liberação do Boeing 737 MAX

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), juntou-se hoje à autoridade de aviação civil norte-americana (Federal Aviation Administration ou FAA, na sigla em inglês), revogando o despacho que suspendeu as operações comerciais dos Boeing 737-8s no Brasil. As operações comerciais para esse tipo de aeronave poderão ocorrer uma vez que as companhias aéreas tenham atendido aos requisitos definidos no despacho da ANAC.

“Todos os dias nos lembramos, refletimos e nos dedicamos a garantir que acidentes como os que levaram à decisão de suspender as operações nunca mais aconteçam”, disse David Calhoun, CEO da Boeing. “A Boeing trabalhou em estreita colaboração com a FAA e a ANAC para atender às suas expectativas de retomar as operações do 737 MAX com segurança no Brasil.”

Ao longo dos últimos 20 meses, a Boeing realizou mais de 4.400 horas de testes, incluindo mais de 1.350 voos. Equipes de mecânicos e engenheiros da Boeing estabeleceram processos de manutenção adequados durante o armazenamento e já estão trabalhando para apoiar as atividades de despreservação das aeronaves no Brasil.

A segurança é a principal prioridade da Boeing e a empresa continuará a trabalhar com as agências reguladoras e nossos clientes para a retomada da operação das aeronaves globalmente.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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